Fabiana Lima

Archive for maio 2010

Esses dias de aniversário e copa do mundo e de 1º de julho sempre me deixam assim, meio amarga. E aí fico relembrando e remexendo a dor que não passa, os sonhos que não amenizam, as lembranças do que não aconteceu. E aí eu choro, tenho pesadelos e sonhos com ele. E tenho saudades e tenho lembranças de sempre.

A música abaixo, do Nando Reis (que eu tanto amo), traduz tudo.

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Leve

Posted on: 19 de maio de 2010

Parece que quanto mais eu penso, menos eu gosto das coisas. Do calor, da comida, da cultura… e então eu resolvi parar de pensar. Comecei a sentir.

Leve. Acordei hoje com uma sensação de ter feito a coisa certa ontem. Me sentindo menos pesada, menos machucada por mim mesma. Acho que havia uma certa razão nas palavras “você não está se permitindo”, que eu ouvi outro dia.

Comecei uma dieta pela milésima vez. Vou cuidar um cadim de mim…

E então o carro para no meio da estrada. Enquanto espero, começo a observar os campos (no sertão?) pelos quais passo quase todo dia, e percebo que não são só espinhos e vegetação seca. Há um quê de delicadeza, sutilmente gracioso. Pequenas flores amarelas e lilases contrastam com a aparência seca de todo o resto. Tem borboletas amarelas também, e elas procuram uma sombra fresca.

A sutileza do sertão me comoveu. Acho que estou aprendendo a gostar disso tudo.

Plágio

Posted on: 4 de maio de 2010

Li o post do Herman (http://hermann.cz.cc/) e resolvi plagiar.

Quando chupo uma bala, mais especificamente halls verde, imediatamente é como se eu estivesse com 14 anos novamente. Lembro do perfume do meu primeiro namorado, das emoções, dos sentimentos e até do gosto do beijo (pasmem!). Só fiquei meio tristim porque não tenho algum estopim assim que me traga a lembrança (tão forte, desse jeito) do meu pai.

Não sinto mais o seu cheiro (que eu conseguia lembrar) e por enquanto ainda lembro (bem pouco) da sua voz, me chamando de “nega” (justo eu que sou branquela!).

Deu saudades…

Bom dia! Nada como a gente acordar depois de ter dormido. Não, eu não estou ficando louca. É que ultimamente o sono anda sendo artigo de luxo pra mim.  Assim assim, hoje eu acordei depois de ter dormido 6 horas. Ô coisa boa!

E assim eu vou , achando, hoje, que a vida é bonita!

(alegria de pobre)

Roubei a frase do título do post da música “Eu que não amo você”, do Engenheiros do Hawaii.

De vez em quando preciso dizer umas coisas. Falo, mas não digo nada. Parece que eu (de propósito ou não) uso palavras erradas para dizer as coisas certas. E aí fica tudo meio enrolado, esquisito. Eu digo uma coisa e entendem outra.  De uma forma torta eu acabo usando as palavras erradas a meu favor. Cubro, escondo e omito a verdade. Até de mim mesma.

Vale o ditado: uma mentira contada muitas vezes acaba tornando-se verdade.

Cansei de falar de amor. Estou com o humor ácido hoje. Cansei de ser gorda, ridícula, boazinha, e principalmente linguaruda. Tenho ódio da minha língua não caber na boca. Detesto a incontrolável mania de falar da minha vida pra todo mundo.

E tenho dito.



  • Nenhum
  • Micha: FAbi, hj q voltei aqui com calma, li seus posts antigos. e bom q me atualizei da sua vida, pq a ultima coisa q sabia é q tinha ido morar no Sul. Bom
  • Fabi: Então, Lulu, na verdade a Lelinha me disse esses dias sobre o Skoob, mas eu ando super preguiçosa pra ficar vendo e mantendo sites de relacionamento
  • Lulu on the sky: Amei a menina que roubava livros fui às lágrimas. Não li ainda Comer, Rezar e Amar mas eu quero ler. Terminei o Simbolo Perdido do Dan Brown e agor

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