Fabiana Lima

Plágio

Posted on: 4 de maio de 2010

Li o post do Herman (http://hermann.cz.cc/) e resolvi plagiar.

Quando chupo uma bala, mais especificamente halls verde, imediatamente é como se eu estivesse com 14 anos novamente. Lembro do perfume do meu primeiro namorado, das emoções, dos sentimentos e até do gosto do beijo (pasmem!). Só fiquei meio tristim porque não tenho algum estopim assim que me traga a lembrança (tão forte, desse jeito) do meu pai.

Não sinto mais o seu cheiro (que eu conseguia lembrar) e por enquanto ainda lembro (bem pouco) da sua voz, me chamando de “nega” (justo eu que sou branquela!).

Deu saudades…

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Bom dia! Nada como a gente acordar depois de ter dormido. Não, eu não estou ficando louca. É que ultimamente o sono anda sendo artigo de luxo pra mim.  Assim assim, hoje eu acordei depois de ter dormido 6 horas. Ô coisa boa!

E assim eu vou , achando, hoje, que a vida é bonita!

(alegria de pobre)

Roubei a frase do título do post da música “Eu que não amo você”, do Engenheiros do Hawaii.

De vez em quando preciso dizer umas coisas. Falo, mas não digo nada. Parece que eu (de propósito ou não) uso palavras erradas para dizer as coisas certas. E aí fica tudo meio enrolado, esquisito. Eu digo uma coisa e entendem outra.  De uma forma torta eu acabo usando as palavras erradas a meu favor. Cubro, escondo e omito a verdade. Até de mim mesma.

Vale o ditado: uma mentira contada muitas vezes acaba tornando-se verdade.

Cansei de falar de amor. Estou com o humor ácido hoje. Cansei de ser gorda, ridícula, boazinha, e principalmente linguaruda. Tenho ódio da minha língua não caber na boca. Detesto a incontrolável mania de falar da minha vida pra todo mundo.

E tenho dito.

Meio adolescente, não? Pois é. Mas ele existe e é mais comum em adultos do que se imagina. Não; não é sobre o carro, a casa própria ou do professor de matemática que falo (se bem que professor de matemática é coisa de adolescente, mas enfim).

Amor Platônico. Aquele que a gente quer, com o qual a gente sonha. É óbvio que quando a gente acorda, “puft!”, ele não existe. Acaba o sonho e segue a realidade. Mas espera aí: será que ele não existe mesmo ou você tem é medo de encontrá-lo?

Para algumas mulheres ele seria um príncipe encantado (bonito, gostoso, sexy, inteligente, delicado, compreensivo, carinhoso e principalmente rico). Para outras, o cafajeste sexy e bom de cama.

Para alguns homens seria a Angelina Jolie (não necessita descrições). Para outros também.

Pra mim, no entanto, o amor platônico é aquele que a gente sempre persegue, mesmo sem perceber. É quando se quer o que não tem. É querer o loiro porque tem o moreno. Querer o cafajeste porque tem o carinhoso. Querer um jovem porque o velho já enjoou. Querer o rico porque o pobre já encheu o saco. É querer o que convém, o que é difícil, emocionante. E pense bem: será que não somos todos assim?

Acho que o amor platônico faz bem pra mente, pro coração, pra alma e tudo o mais.  Até que ele se torne uma coisa rotineira, até quando precisarmos de um novo amor platônico…

E qual é o seu amor platônico?

Sentindo como se o céu me desse um sinal. Como se a chuva que cai agora (e só aumenta o calor daqui e do meu coração) me fizesse lembrar que a vida é mais.

Deixar pra trás os sonhos? Sufocar as necessidades mais essenciais de mim mesma?

Não.

Vou falar de amor sim. Em todos os âmbitos, de forma ampla e restrita. Quero falar do meu amor e do amor do mundo todo. Quero simplesmente falar de amor.


  • Nenhum
  • Micha: FAbi, hj q voltei aqui com calma, li seus posts antigos. e bom q me atualizei da sua vida, pq a ultima coisa q sabia é q tinha ido morar no Sul. Bom
  • Fabi: Então, Lulu, na verdade a Lelinha me disse esses dias sobre o Skoob, mas eu ando super preguiçosa pra ficar vendo e mantendo sites de relacionamento
  • Lulu on the sky: Amei a menina que roubava livros fui às lágrimas. Não li ainda Comer, Rezar e Amar mas eu quero ler. Terminei o Simbolo Perdido do Dan Brown e agor

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